Desde o início da pandemia do novo coronavírus, muito tem se falado sobre as mudanças de comportamento dos consumidores. O isolamento social fez com que a maior parte das pessoas ficasse em casa e, com isso, passassem a utilizar mais tecnologias e a consumir a Internet em proporções ainda maiores.

Diante deste cenário, empresas têm feito alterações significativas em seus negócios e em sua estrutura, algumas por opção própria, outras por necessidade e outras por sugestões de órgãos reguladores, como é o caso das operadoras de telefonia.

No mês de março, a Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel – recomendou que as operadoras de telefonia aumentassem a capacidade da Internet, sem cobrar o acesso na franquia de dados a informações oficiais do Ministério da Saúde. Com isso, uma dessas empresas chegou a registrar um aumento de 40% no uso de sua rede.

Com o início do isolamento social, foram disponibilizados na Internet vários serviços gratuitos. Como alguns exemplos, podemos citar os cursos de curta duração, filmes e séries, conteúdos ricos para download como e-books, programas para exercícios físicos, contas premium em aplicativos de relacionamento, terapias e telemedicina. 

Ao oferecer de maneira gratuita os serviços que antes eram pagos, empresas passam a receber um número maior de informações de consumidores, e por isto, é preciso zelar pela privacidade do usuário e a proteção de seus dados, evitando acessos indevidos, roubos de conta e demais golpes que podem comprometer tanto o usuário final, quanto as organizações.

Protegendo a identidade de seus clientes em tempos de coronavírus

Os responsáveis por realizar crimes na Internet buscam maneiras de aprimorar suas técnicas de contato e também novas vítimas, e o tema do novo coronavírus, junto ao momento de fragilidade, acabou sendo uma porta de entrada para cibercriminosos.

As técnicas utilizadas muitas vezes são as mesmas, como lojas e sites falsos para a prática de phishing, aplicativos maliciosos, golpes de extorsão, entre outros, mas com diferentes estratégias se aproveitando da doença, conforme foi relatado recentemente no blog da Tempest.

O grande desafio das empresas agora é proteger todos estes dados contra ataques e vazamentos, para que as informações de seus clientes não acabem caindo em mãos erradas.

E é neste cenário que o AllowMe se destaca, oferecendo outros níveis de verificação de usuários para mitigar a entrada de possíveis fraudadores, validando dados que vão além da simples checagem de e-mail e número de CPF, sem comprometer a usabilidade das aplicações e a experiência do usuário.

Funcionalidades como validação contextual de dispositivo, múltiplos fatores de autenticação, comprovação digital de endereço e validação de dados cadastrais são alguns exemplos de camadas extras de segurança que ajudam o seu negócio a mitigar fraudes e proteger os dados de seus clientes.

O AllowMe oferece todas estas opções. Entenda mais sobre a importância da certificação de identidade digital na prevenção de fraudes digitais clicando aqui e para saber mais sobre o AllowMe, entre em contato com um de nossos especialistas.